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Após fazer amor, parceiros que se preocupam genuinamente um com o outro desejarão prolongar a intimidade que só o amor traz, ficando próximos, emocional e fisicamente. Alguns amantes descobrem que tendo acabado de reafirmar um contínuo vínculo íntimo ao fazer sexo, podem então falar mais facilmente de coisas que dizem respeito a ambos como casal e indivíduos.
É importante eles discutirem o que mais apreciam acerca de seu relacionamento sexual, e se sentirem livres para dizerem um ao outro se existe algo que gostariam de mudar na maneira de fazer amor. Alguns casais falam sobre essas coisas enquanto fazem amor, enquanto outros acham mais fáceis fazê-lo depois, quando sabem o que lhes deu prazer e o que os decepcionou. Contudo, freqüentemente um casal quer repetir a dose. Nesse caso, a mulher deve masturbar o parceiro para provocar nova ereção. Se eles não pretendem retomar o ato, mas a mulher não conseguiu um clímax satisfatório, seu amante deve ajudá-la a atingir o orgasmo masturbando-a.
Reacendendo a Chama da Paixão
Ajudando-a atingir o orgasmo
Se a sua parceira não atingiu o clímax durante o ato sexual, ou se deseja ter mais orgasmos, mas você ainda não está pronto para fazer amor de novo, ajude-a usando seus dedos para estimular o clitóris, passando-os delicadamente pelas laterais e pela ponta.
Mantendo a Harmonia
A maioria dos casais não deseja dissipar o cálido arrebatamento que se segue ao ato de amor simplesmente caindo no sono, ou fazendo qualquer coisa que exija esforço físico ou intelectual. Alguns gostam de ficar quietos nos braços um do outro, enquanto outros preferem uma massagem suave, mas não excessivamente sensual. Se escolherem levantar-se, podem querer manter a harmonia comendo juntos, ou realizando uma atividade que não exija muito, como ouvir música ou dar um passeio.
Sexo Seguro
Embora as doenças sexualmente transmissíveis já existissem na época em que o Kama Sutra foi escrito, Vatsyayana não as menciona. As pessoas sempre tentaram evitá-las, mas a prática do “sexo seguro” é um fenômeno muito recente. Essa mudança no comportamento sexual foi provocada pela disseminação da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). O termo “sexo seguro” descreve a atividade sexual que não expõe os participantes à infecção pelo HIV ( o Vírus da Imunodeficiência Humana), porque a relação sexual é o meio mais comum de transmissão do vírus. O modo mais eficaz de minimizar esse risco durante a relação sexual é usar uma camisinha de látex com espermicida.
Minimizando o risco
Quando existe total confiança entre os parceiros, e ambos sabem o suficiente sobre a história sexual um do outro para estarem razoavelmente certos de que não existe o risco de infecção por HIV, o sexo seguro é irrelevante. Mas sempre há o risco de um novo parceiro sexual estar infectado. Novos parceiros deveriam sempre praticar o sexo seguro até se conhecerem bem o bastante para terem certeza de que a infecção é improvável.
Sexo sem Penetração
Como os amantes sensíveis sabem, a penetração não precisa ocorrer sempre que cada um casal faz sexo. Abraçar, acariciar, massagear, tudo isso expressa intimidade, com risco mínimo de infecção por HIV. A masturbação mútua também pode ser utilizada, mas para maior segurança o parceiro ativo não deve permitir que os fluidos corporais entrem em contato com seus dedos ou mãos, devido ao risco apresentado pela presença de arranhões, cortes ou feridas abertas.
